Blog voltado para temáticas relacionadas a Lìngua Portuguesa, Filosofia ,Literatura e Artes em geral.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
O MIto da Caverna e o conhecimento que liberta...
A dicotomia realidade/aparência – que também pode ser interpretada à luz de uma outra -senso comum/conhecimento filosófico - vem sendo explorada, ao longo da história, por inúmeros autores, filósofos e estudiosos. Dentre as analogias mais modernas à alegoria de Platão, podemos citar o filme Matrix (Irmãos Wachowski, 1999) e as tirinhas de Maurício de Souza “As sombras da vida” (2002).
O senso comum é uma das formas de conhecimento primárias do ser humano. Através de nossas experiências e tradições, buscamos elementos que expliquem a realidade. No entanto, é desejável que esta etapa seja superada, isto é, devemos buscar realizar a passagem gradativa do senso comum para um conhecimento mais racional, organizado e sistematizado, capaz de fornecer respostas cada vez mais elaboradas para os problemas cada vez mais complexos de nossa existência.
Quando nos acomodamos com as respostas prontas oferecidas pelo senso comum, alimentamos nossa ignorância e acabamos correndo o risco de sermos facilmente iludidos e de nos tornar vítimas daqueles que detêm o conhecimento e o utilizam como forma de submeter o outro. É o que acontece com as ideologias, que têm o poder de nos fazer aceitar mesmo falsas verdades que vão de encontro (contra) aos nossos próprios interesses.
·
Por
outro lado, quando temos a coragem de “sair” da zona de conforto
representada pela caverna, com todas as suas sombras, isto é, com todas as
percepções que fazemos da realidade, podemos nos sentir perplexos diante
da constatação da nossa própria ignorância. Por isso, a busca pelo
conhecimento é, antes de tudo, uma atitude corajosa, afinal, quantos já não
foram julgados e condenados por aqueles que se negaram a sair de sua própria a
caverna?
O desenvolvimento do pensamento
crítico, proporcionado pela Filosofia, permite que adquiramos maior autonomia
sobre as decisões e atitudes tão necessárias em nossa interação com o mundo em
que vivemos. Torna-nos seres capazes de pensar por si próprios e não meros
espectadores de um “programa de TV” que pode até ser bem produzido e cheio
de efeitos especiais, mas que, no fundo, não passa de mera imitação da realidade,
feita para iludir. sábado, 5 de maio de 2012
Chico Buarque, Mestre da Música Brasileira(MMB)
Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás só fazendo de conta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir
segunda-feira, 23 de abril de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
A televisão me deixou burro!!!
Em época que os Titãs eram críticos criativos da sociedade, "televisão" era tocada nas tv's para lhes dizer que a tv deixava as pessoas burras demais. Para alertar que as "verdades televisivas" eram tão somente parte de um script político comercial, embalado e distribuído, massivamente, para todas as pessoas, para tornar tudo que era diferente em "coisas iguais".
Alguma coisa mudou?
A programação da televisão brasileira aos domingos, principalmente das maiores emissoras de tv aberta, é o ápice da divulgação de mensagens insossas, inócuas, pueris, vulgares e, disfarçadamente, manipuladoras.
Televisão
(Titãs)
A Televisão
Me deixou burro
Muito burro demais
Oi! Oi! Oi!
Agora todas coisas
Que eu penso
Me parecem iguais
Oi! Oi! Oi!...
O sorvete me deixou gripado
Pelo resto da vida
E agora toda noite
Quando deito
É boa noite, querida....
Oh! Cride, fala pra mãe
Que eu nunca li num livro
Que o espirro
Fosse um vírus sem cura
Vê se me entende
Pelo menas uma vez
Criatura!
Oh! Cride, fala pra mãe!...
A mãe diz pra eu fazer
Alguma coisa
Mas eu não faço nada
Oi! Oi! Oi!
A luz do sol me incomoda
Então deixa
A cortina fechada
Oi! Oi! Oi!
É que a televisão
Me deixou burra
Muito burra demais
E agora eu vivo
Dentro dessa jaula
Junto dos animais...
Oh! Cride, fala pra mãe
Que tudo que a antena captar
Meu coração captura
Vê se me entende
Pelo menos uma vez
Criatura!
Oh! Cride, fala pra mãe!...
A mãe diz pra eu fazer
Alguma coisa
Mas eu não faço nada
Oi! Oi! Oi!
A luz do sol me incomoda
Então deixo
A cortina fechada
Oi! Oi! Oi!...
É que a televisão
Me deixou burra
Muito burro demais
E agora eu vivo
Dentro dessa jaula
Junto dos animais...
E eu digo:
Oh! Cride, fala pra mãe
Que tudo que a antena captar
Meu coração captura
Vê se me entende
Pelo menos uma vez
Criatura!
Oh! Cride, fala pra mãe.
sábado, 5 de novembro de 2011
POESIAS DE ÁLVARES DE AZEVEDO, PERÍODO "MAL-DO-SÉCULO"
Seio de virgem (trecho)
FONTE: PRINCECRISTAL.BLOGSPOT
0 que eu sonho noite e dia,
O que me dá poesia
E me torna a vida bela,
O que num brando roçar
Faz meu peito se agitar,
E o teu seio, donzela!
Oh! quem pintara o cetim
Desses limões de marfim,
Os leves cerúleos veios
Na brancura deslumbrante
E o tremido de teus seios?
Ouando os vejo, de paixão
Sinto pruridos na mão
De os apalpar e conter...
Sorriste do meu desejo?
Loucura! bastava um beijo
Para neles se morrer!
FONTE: PRINCECRISTAL.BLOGSPOT
0 que eu sonho noite e dia,
O que me dá poesia
E me torna a vida bela,
O que num brando roçar
Faz meu peito se agitar,
E o teu seio, donzela!
Oh! quem pintara o cetim
Desses limões de marfim,
Os leves cerúleos veios
Na brancura deslumbrante
E o tremido de teus seios?
Ouando os vejo, de paixão
Sinto pruridos na mão
De os apalpar e conter...
Sorriste do meu desejo?
Loucura! bastava um beijo
Para neles se morrer!
domingo, 30 de outubro de 2011
O homem autêntico
O que é solidão?
"O filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976) afirma em 'Ser e Tempo' que estar só é a condição original de todo ser humano. Que cada um de nós é só no mundo. É como se o nascimento fosse uma espécie de lançamento da pessoa à sua própria sorte. Podemos nos conformar com isso ou não. Mas nos distinguimos uns dos outros pela maneira como lidamos com a solidão e com o sentimento de liberdade ou de abandono que dela decorre, dependendo do modo como interpretamos a origem de nossa existência. A partir daí podemos construir dois estilos de vida diferentes: o autêntico e o inautêntico."
"O filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976) afirma em 'Ser e Tempo' que estar só é a condição original de todo ser humano. Que cada um de nós é só no mundo. É como se o nascimento fosse uma espécie de lançamento da pessoa à sua própria sorte. Podemos nos conformar com isso ou não. Mas nos distinguimos uns dos outros pela maneira como lidamos com a solidão e com o sentimento de liberdade ou de abandono que dela decorre, dependendo do modo como interpretamos a origem de nossa existência. A partir daí podemos construir dois estilos de vida diferentes: o autêntico e o inautêntico."
"O homem se torna autêntico quando aceita a solidão como o preço da sua própria liberdade. E se torna inautêntico quando interpreta a solidão como abandono, como uma espécie de desconsideração de Deus ou da vida em relação a ele. Desse modo não assume responsabilidade sobre as suas escolhas. Não aceita correr riscos para atingir seus objetivos, nem se sente responsável por sua existência, passando a buscar amparo e segurança nos outros. Com isso abre mão de sua própria existência, tornando-se um estranho para si mesmo, colocando-se a serviço dos outros e diluindo-se no impessoal. Permanece na vida sendo um coadjuvante em sua própria história. Você já pensou nisso?"
"Sendo autêntico você assume a responsabilidade por todas as suas escolhas existenciais, aceita correr os riscos que forem necessários para atingir os seus objetivos, e passa a encontrar amparo e segurança em si mesmo. Com isso, apropria-se da existência, torna-se indivíduo, torna-se autônomo, torna-se dono da sua própria vida, dono da própria existência, torna-se senhor de si mesmo. Você se percebe sendo o senhor de si mesmo?"
domingo, 16 de outubro de 2011
SOUTH PARK
Criadores de South Park
South Park é o desenho mais badalado de todos os tempos. Com suas toneladas de piadas de humor negro, South Park já recebeu diversas e diversas críticas, porém por outro lado, os milhares de fãs aprovam o uso abusivo de piadas que satirizam a religiões, raças, atores, cantores, e tudo mais o que possa existir. Afinal, tudo não passa de uma piada, não é mesmo?Mas quem são os criadores de South Park? Quem são as mentes que estão por trás de tanto sucesso de um desenho que mexeu com o mundo?
As pessoas por trás de South Park são: Trey Parker e Matt Stone.
Trey Parker (Randolph Severn “Trey” Parker III ) nasceu no dia 19 de outubro de 1969, no estado de Colorado nos Estados Unidos. Seu pai chama-se Randy Parker e sua mãe Sharon Parker, o que fez com que ele colocasse os nomes dos pais de Stan Marsh como Sharon e Randy. Ele é responsável por dublar algumas vozes de personagens do desenho south park como: Stan Marsh, Eric Cartman, Timmy, Mr. Hanley entre outros.
O outro criador de south park é Matt Stone (Matthew “Matt” Richard Stone) nascido em Houston – Texas nos Estados Unidos no dia 26 de maio de 1971. Ele é responsável por vozes como: Kenny, Kyle, Butters, Jesues entre outros.
Como voces podem ver, os dois criadores são responsáveis por diversas vozes dos personagens de south park. Segue abaixo uma imagem de ambos os criadores de South Park.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Aula de Português ( Morfossintaxe) de Allan Pimentel
Tema da aula: Morfossintaxe de pronomes e verbos
Quadro morfossintático
| Morfologia | Sintaxe |
| Substantivo(pronome substantivo) | Sujeito, Objeto Direto, Objeto Indireto, Complemento Nominal, Agente da Passiva, Predicativo (função adjetiva) |
| Adjetivo | Predicativo do Sujeito ou do Objeto, Adjunto Adnominal Núcleo do Predicado Nominal |
| Verbo de ligação, Conjunção e Preposição | Conectivos ( não representa função sintática) |
| Verbos de ação e fato | Núcleo do Predicado Verbal |
| Artigo, Numeral, Pronome adjetivo,Adjetivo , Locução Adjetiva e Oração Adjetiva | Adjunto Adnominal |
| Advérbio, Locução Adverbial e Oração adverbial | Adjunto Adverbial |
Obs: As Interjeições não possuem uma classificação sintática definida sendo classificadas, muitas vezes, de expressão denotativa.
Expressão Denotativa- Palavra ou termo que denota um certo valor semântico.
Ex: Até a lua se escondeu de mim. / Ela também irá fazer o concurso.
Pronomes
Conceito- palavras variáveis que acompanham ( Adjunto) ou representam o nome( sujeito/ objeto)
Os pronomes podem ser substantivos e adjetivos.
Exemplos:
“Meu coração tropical está coberto de neve... “ João Bosco ( Pronome Adjetivo)
O voto é seu. Não o venda por ninharias . ( Pronomes Substantivos)
Quanto ao valor semântico-sintático, os pronomes podem se classificar como:
Pessoais - Referem-se às pessoas do discurso.
· Pessoais caso reto( sujeito)- Eu, tu, ele,ela/ nós, vós , eles, elas
· Pessoais oblíquos ( objeto )- me, mim, comigo/ te, ti, contigo/ o, a, se, si ,consigo, a ela, a ele,lhe/ nos, conosco, a nós/ vos,convosco, a vós/ os ,as, se, si, consigo, a eles, a elas, lhes .
· De tratamento ( referem-se a segunda e terceira pessoas do discurso )
Obs: Geralmente estes pronomes funcionam como sujeito ou complementos verbais e nominal.
Ex: Ela lutou na Guerra dos cem anos.
Desobedecia a ela amiúde.
Possessivos - Indicam posse ( meu , vosso ,nossos, teus , sua, nossa)
Demonstrativos- Indicam a posição dos seres e objetos numa relação temporal e espacial.
(este, mesmo, aquilo, próprio, essa, isto, os)
Ex: Aquele livro descreve o Sertão Nordestino. / Esta semana falarei sobre pronomes e verbos. / Elas mesmas limparam o salão. / Não aceito o que propõem.
Relativos- representam o termo anterior ou antecedente ( que, o qual, cujo, quem, os quais, onde, quanto, ...)
Ex: Esta é a moça que admiro. / Sempre gostei desse poeta cujas poesias declamo até hoje. / “Minha terra tem palmares/onde gorjeia o mar.”
Obs: o pronome relativo quanto( e sua flexões) refere-se a pessoa ou coisa. Quando precedido de tudo, tanto, tem significado quantitativo indefinido.
Ex: Você já disse tudo quanto desejavas? / Nenhum livro, de todos quantos tomei emprestado, se perdeu.
Interrogativos- Empregados na formulação de uma pergunta, indagação.( qual , que, quanto, quem, onde)
Indefinidos- Referem-se a terceira pessoa do discurso, dando –lhe um sentido vago, impreciso. ( alguém, cada, tudo , nenhum, uns, ninguém, outros , várias)
Ex: “ Nada ficou em mim de um tempo extinto” / Mais ações, menos palavras.
Uns gostam de casca; outros , do caroço. / Gosto de menos açúcar no café.
Apêndice:
- Nenhum / nem um
Nenhum- generaliza a negação e nem um- refere-se à unidade.
Ex: Não tenho nenhum livro e não abri nem um caderno.
- Os pronomes eu e tu são sempre retos e classificam-se como sujeito ou predicativo do sujeito.
- Para mim/ para eu-
Ex: Este livro é para eu ler. ( emprega-se o pronome eu porque é sujeito do verbo, no infinitivo, ler.)
Via de regra após a preposição , empregam-se os pronomes mim e ti em vez de eu e tu.
Ex: Ela trouxe um presente para mim. / Eles falaram sobre você e mim.
Os pronomes oblíquos o,a os, as quando precedidos de formas verbaIs terminadas em r, s e z, assume a forma lo, la, los e las.
Ex: Ele a quis muito. / Qui-la muito.
Ele Fez a prova às pressas/ Ele a fez às pressas/ Fê-la às pressas.
Os pronomes o, a, os,as sintaticamente podem ser:
Objeto direto:
Ex: Sempre as admirei muito./ o ministro as convidou para o baile./ Ela o encontrou na fazenda.
Sujeito de verbos no infinitivo numa oração objetiva direta de verbos causativos( mandar, deixar e fazer) e sensitivos( ver, ouvir e sentir).
Ex: Mande-os entrar / O juiz mandou-os se afastarem do cargo./Faça-as entrar/ O professor viu-as chegar.
O pronome lhe(S) , em análise sintática, pode tomar forma de:
Objeto indireto:
Ex: Ainda não lhes paguei / Isto não lhe convém.
Adjunto Adnominal:
Ex: Tantas desilusões tiraram-lhe o sono. ( lhe equivale ao pronome “seu”)
Complemento Nominal ( quando acompanha verbo de ligação):
Ex: Era- lhe incompatível aquela função. / Parecia-lhe loucura aceitar certas regras sociais
Obs: Por vezes , os pronomes podem vir em forma de expressões que denominaremos locuções pronominais.
Ex: “Cada um sabe da dor e a delícia de ser o que é” / Seja quem for o vencedor, receberá o prêmio./ Um ou outro participará do treino.
Morfossintaxe de Verbos
Verbos
Conceito- palavras variáveis que espressam fato, ação, fenômeno natural, estado, enfim, processos.
Ação- cantar, lecionar, refeltir, jogar, conhecer, parir, ver, amar, subir, levar, correr, pesquisar, andar, vir , ir, fazer.
Estado- ser, estar, andar, parecer, permanecer, tornar-se, virar, continuar, ficar.
Fenômeno e fato- estar, chover, gear, relampejar, amanhecer, anoitecer, entardecer, fazer, haver.
Obs:
O dia andou chuvoso ( locução verbal que exprime fenômeno natural)
Locução verbal- é termo ou expressão que possui valor morfológico de verbo.
LV = VA+ VP ( LOCUÇÃO VERBAL= V.AUXILIAR+ V. PRINCIPAL)
Ex: Hei de obter êxito na prova do INSS. / O programa foi assistido por todos.
(VA + VP)
O ensaio tinha sido adiado para a próxima semana.
VA + VP
Os verbos principais de uma locução podem estar numa das três formas nominais( gerúndio, particípio ou infinitivo impessoal)
Ex: Nós ficamos conversando e perdemos a hora.
( Gerúndio)
“Meu amigo, vamos sofrer,
Vamos beber,vamos ler o jornal...”
( Infinitivo impessoal)
Drummond
Antes de tudo, havia sido ladrão de arte sacra.
(Particípio)
Tempos e modos verbais
Modo Verbal- forma de o verbo enunciar um fato
- Indicativo- Exprime um fato real, certo:
Ex: Felipe estuda pela manhã e joga basquete à noite.
- Subjuntivo- Exprime um fato possível, hipotético, duvidoso:
Ex: Talvez Felipe cante no coral da escola.
- Imperativo- Expressa ordem, pedido, convite e súplica:
Ex: Estude com afinco que passarás. / Não matarás.( Não mates)
- Formas nominais- O nome dado ao infinitivo, gerúndio e particípio, que, ao lado do seu valor verbal, desempenham a função de nomes.
Infinitivo- pode ter valor de substantivo ou advérbio:
Ex: O morrer nos cerca de bastante mistérios e especulações. ( A morte)
O conhecer deve ser cultivado em todo momento do existir. ( conhecimento e existência)
Ao anoitecer, iremos ao cabaré de madame Pequetita.
Particípio- pode ter função adjetiva.
Ex: Ele é um empresário sabido e ela, uma das mulheres mais amadas da cidade.
Gerúndio- pode ter valor de advérbio ou adjetivo:
Ex: A água fervendo pode ser perigosa. ( fervente- adjetivo)
Amanhecendo, vamos viajar para o Rio. ( Logo pela manhã- valor adverbial)
Relação entre modo-tempo e aspectos verbais
- Presente do indicativo- pode indicar:
1)Habitualidade ou ação frequente- A terra é um planeta/ O Homem é mortal. / A água ferve a 100 graus.
2) Presente Histórico- Em 1939, Hitler e suas tropas invadem a Polônia.
3) Futuro próximo- Rock and Rio, eu vou... / Chego amanhã a Feira de Santana.
- Pretérito- perfeito do indicativo - indica :
1)Fato concluído no passado- Realizaram grandes obras na Idade Antiga.
2) O pretérito- prefeito, quando na foram composta, dá-nos uma ideia de ação repetida- Tenho ouvido muitos rumores de revolução lá pelas bandas do Araguaia
- Futuro do presente- Além de indicar o fururo certo, pode também:
1) Expressar ideia aproximada- Aquela jovem terá seus vinte anos.
2) Ideia imperativa nas recomendações morais- Não furtarás
- Futuro do pretérito simples- assinalar um fato que poderia se realizar ou é incerto.- O professor leria aquele livro caso tivesse tempo.
- Presente do subjuntivo- pode indicar:
1) Fato presente , porém duvidoso-
Fique calmo. Talvez ele chegue no próximo ônibus.
2) Fato futuro, como vontade, desejo, promessa- Louvemos a Deus e sejamos felizes.
· Pretérito imperfeito do subjuntivo- indica hipótese, uma condição
Ex: Ficaríamos felizes se a chuva diminuísse.
· Futuro do subjuntivo- indica fato eventual,hipotético que pode ocorrer no momento futuro-
Ex: Quando ele chegar, avise-o do ocorrido.
O modo imperativo pode expressar:
Ordem- Levante-se e lute...
Pedido- Abaixe o tom de voz, por favor.
Convite- Venha conosco participar do evento beneficente.
Súplica- “ Não nos deixeis cair em tentação...
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